Coluna Revista Versar: Thank you, Netflix. Te vejo outro dia

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Eu era apaixonada platonicamente por um menino do terceirão, quando estava na sétima série. No colégio ele era quase unanimidade entre as meninas. Logo descobri que ele gostava de basquete. Eu sempre fui atleta — jogava vôlei, handebol, era goleira de futsal e de campo, amava atletismo, xadrez e judô. Mas basquete, eu ficava de fora. Apesar de saber jogar — mas não tão bem — minha quadra era outra. Entretanto, quando soube que ele curtia basquete, lá estava eu comprando uma camiseta do Lakers e outra do Chicago Bulls — que eram concorrentes, mas eu nem sabia.

Pouca idade e pouco autoconhecimento me fizeram crer que amor era demonstrar que gostava do que ele gostava, mesmo que eu não gostasse. Na procura por amor de fora para dentro, e não o amor-próprio, de dentro para fora, a gente esquece de se conhecer, e se torna o outro. Nos apaixonamos por quem conhece o que gosta de fazer. Nos preenche momentaneamente.

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1 Comentário

  1. Gostei bastante do texto e me levou a reflexões o mesmo, continuei a leitura em outro site, e realmente há momento em nossa vida em que nos pegamos desligados, justamente para não sofrer mais, mas é hora de respirar, manter a cabeça pro alto, o coração quieto e a espinha ereta, e superar.

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