Conheça o Tobias e o encontro que tive com ele

Conheça o Tobias e o encontro que tive com ele

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Acordo entre 5h45 e 6h30 todos os dias, incluindo os finais de semana. Isso me ajuda a alinhar meus pensamentos e a respeitar o necessário “encontro marcado” comigo. Faço minha oração, escrevo, estudo biografias, faço minhas visualizações, leio livros e afirmações positivas para o dia. Fiquei apaixonada pela proposição de um livro que é best seller, O milagre da manhã, do Hal Elrod – que recomendo bastante – porque me ajudou demais a melhorar meu ritual da manhã.

Descobri que acordar cedo era importante em outubro de 2016. Eu estava sedentária e me sentindo cansada com frequência. Não me via totalmente deprimida, mas fazia tempo que não me emocionava, nem sonhava com as coisas. Eu dizia que me sentia “flutuando”, como se estivesse fora do meu lugar, vendo a vida de fora. Preciso dizer que meu luto me assustou muito. A morte repentina do meu irmão me assaltou bem feio. Não só me abateu a saudade, como sofri um desengano com a fé e os sonhos. Minha garra e minha ambição queimaram junto com a partida, e eu estava começando a me acostumar a esquecer de mim. Lá pelas tantas ainda apareceu um medo de ser feliz e de perder uma vida incrível.

Numa noite de insônia poderosa, num bate papo íntimo entre mim e Deus, senti que, mesmo desprovida de toda vontade, faria alguma coisa – nem que fosse mudar a hora em que eu acordava. Naquele outubro comecei por procurar um nutricionista porque estava com cinco quilos a mais, e achando esquisito que eu estivesse tão distante do meu equilíbrio, representado também na minha balança.

 

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